A Oficiala de Justiça Maria Sueli Sobrinho, Comarca de Ibirité, participou do 17º Congresso Nacional dos Oficiais de Justiça Avaliadores Federais (CONOJAF), realizado nos dias 13 e 14 de agosto, em Brasília. O evento reuniu Oficiais de Justiça de diferentes regiões do país para discutir os principais desafios da atividade, além de avanços e perspectivas para a carreira.
O congresso contou com uma programação voltada à troca de conhecimentos e experiências entre os participantes, com debates sobre temas como tecnologia, segurança, valorização profissional e os novos desafios relacionados ao exercício da função.
Para Maria Sueli, a participação foi uma oportunidade importante de ampliar conhecimentos e acompanhar discussões relacionadas às transformações pelas quais passa a atividade. Entre os assuntos que mais chamaram sua atenção esteve o uso das ferramentas digitais e o papel do Oficial de Justiça como agente de inteligência processual, conforme preceitua a Resolução nº 600 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Foi extremamente proveitoso, principalmente pelo uso das ferramentas digitais pelo Oficial de Justiça como agente de inteligência processual, como preceitua a Resolução 600 do CNJ”, avaliou.
Tecnologia e inteligência emocional
Entre os desafios discutidos durante o congresso, Maria Sueli destacou a necessidade de conciliar o avanço tecnológico com o preparo dos profissionais para lidar com as diferentes situações encontradas no exercício da função.
Na avaliação da Oficiala, o cenário atual exige não apenas o domínio das novas ferramentas, mas também preparo para lidar com os aspectos humanos presentes na atividade. “Destacaria o desafio do Oficial de Justiça frente ao uso das novas tecnologias, conciliando inteligência processual com inteligência emocional”, afirmou.
Segurança em debate
Maria Sueli também participou como palestrante de um painel sobre protocolos de segurança, violência urbana e violência de gênero. A discussão abordou os riscos presentes no exercício da atividade e a importância da adoção de medidas que contribuam para a proteção dos Oficiais de Justiça.
Durante o painel, ela compartilhou uma experiência pessoal vivenciada no exercício da função, ocorrida há aproximadamente um ano, contribuindo para ampliar o debate sobre segurança e violência contra profissionais que atuam externamente.
Entre as principais reflexões deixadas pelo congresso, Maria Sueli destacou a importância da conscientização dos Oficiais de Justiça sobre a necessidade de buscar protocolos de segurança e de não se colocar em risco em nome da celeridade processual. Ela também reforçou a importância de que situações de violência sejam registradas e comunicadas. “O silêncio é o maior aliado da negligência institucional”, afirmou.
Para Maria Sueli, a participação no CONOJAF também proporcionou uma importante oportunidade de integração com Oficiais de Justiça de diferentes estados. De acordo com a Oficiala de Justiça, a troca de experiências e informações permite conhecer outras realidades e ampliar as perspectivas sobre os desafios da função.























